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Áreas protegidas, embora críticas, não são suficientes para desacelerar o desmatamento na Amazônia

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Published: May, 2020

O Brasil precisa de políticas de conservação direcionadas e coordenadas

Como parte da estratégia de combate ao desmatamento na Amazônia desde o início dos anos 2000, o Brasil alocou áreas protegidas em zonas de alto risco para bloquear o avanço do desmatamento. Um novo estudo do CPI/PUC-Rio mostra que áreas protegidas conferiram proteção efetiva às florestas dentro de suas fronteiras, mas parecem ter desviado o desmatamento para regiões desprotegidas. Os resultados destacam a eficácia local da proteção territorial e, assim, corroboram seu uso como forma de proteger áreas críticas. No entanto, também reforçam que é fundamental integrar estratégias de proteção territorial e políticas de conservação complementares para frear o desmatamento em toda a Amazônia.